SUGESTÕES de Leitura

janeiro 2014

…..A 27 de janeiro assinala-se o Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto, prestando-se homenagem aos seis milhões de judeus assassinados. É também a oportunidade de se recordar «todos aqueles que cuja coragem e determinação conseguiram poupar à morte milhares de judeus condenados aos campos de concentração nazi, entre os quais os diplomatas portugueses Aristides de Sousa Mendes, Carlos Sampaio Garrido e Alberto Teixeira Branquinho“. [in Diário Digital]

…..Eis as nossas sugestões de leitura:

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outubro 2013

     Leituras para o Dia das Bruxas

     Embarcando no espírito da época, aqui ficam algumas sugestões de leitura: a trilogia de Chris Priestley, intitulada Histórias de Terror e que não só contam histórias deliciosamente assustadoras, como também apresentam ilustrações arrepiantes, mas irresistíveis.

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outubro 2012

    Comemora-se no próximo dia 16 de outubro o Dia Mundial da Alimentação, efeméride que teve início em 1981 e é, na atualidade, reconhecida em mais de 150 países como a mais importante data para alertar e consciencializar a opinião pública em relação a questões globais relacionadas com a nutrição e alimentação.

     Para assinalar este dia, sugerimos-te a leitura deste livro, que podes encontrar na tua biblioteca escolar.

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José Luís Peixoto estreia-se na literatura infantil com o  livro A mãe que chovia, ilustrado por Daniel Silvestre da Silva, já publicado pela editora Quetzal.

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     “O protagonista do primeiro livro infantil de José Luís Peixoto é filho da chuva. Com uma mãe tão original, tão necessária a todos, tem de aprender a partilhar com o mundo aquilo que lhe é mais importante: o amor materno. Através de uma ternura invulgar, de poesia e de uma simplicidade desarmante, este livro homenageia e exalta uma das forças mais poderosas da natureza: o amor incondicional das mães.” (Livraria Almedina)

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“Cada livro é uma pequena grande alegria. Este acaba de sair. Ainda está quente como o pão pela manhã. Traz histórias para ler e contar. Histórias diversas, escritas em momentos diferentes, destinadas a gente de todas as idades.

Entram nestas histórias uma rainha que se perde no silêncio, uma princesa que tem pelos de ouro, uma velhinha que dá milho a pombos imaginários, uma domadora de livros selvagens, uma máquina de apanhar poetas e tudo o mais que quem ler encontrará.

Histórias…” (Fonte: Queridas Bibliotecas)

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O Tubarão na Banheira recebeu o Prémio Autores SPA-RTP de Literatura Infanto-Juvenil. O que faz dele o melhor livro de 2009 nesta categoria.


Sinopse

“David Machado juntou-se ao ilustrador Paulo Galindro no seu novo livro infantil. Uma dupla de jovens criadores que nas palavras de Carla Maia de Almeida, jornalista da revista LER, «ainda dará muito que falar». Com um ilustrador diferente em cada novo livro, David Machado apresenta um estilo ecléctico, diversificado e original. De história em história, a imaginação vai mais além e agora é tão inusitada que imagine-se, um dos protagonistas é um tubarão que entra dentro de casa e dorme numa banheira. Mas este tubarão mais ou menos bem comportado também anda de carro e vai à escola. Parece mentira? Só para quem não acredita no poder dos pensamentos. O Tubarão na Banheira é um livro de grande encanto, ao qual não faltou inspiração literária e criativa. ” (Fonte: WOOK)

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“O autor de O Incrível Rapaz Que Comia Livros, Oliver Jeffers, volta a surpreender com a sua capacidade narrativa e plástica, sem nunca sabermos se as suas histórias são pensadas especificamente para as crianças. O que é bom. Em O Coração e a Garrafa, uma menina “não muito diferente das outras (…) vivia no encanto da descoberta”. Mas um dia “encontrou uma cadeira vazia ”. A perda e a tristeza fazem com que resolva “guardar o seu coração num lugar seguro”. Enfiou-o, então, numa garrafa. “Mas, no fundo, nada voltou a ser como era.” Mais tarde, a menina voltará a conseguir recolocar o coração no sítio certo. Pelas imagens, ficamos a saber que o lugar vazio era ocupado por um adulto (o pai?, o avô?). E é impossível o leitor não ficar feliz e comovido ao mesmo tempo quando vê, nas últimas páginas, a menina (já não tão menina assim) ocupar a cadeira antes vazia.” (Letra pequena)

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“O filho de Vivaldo Bonfim quer encontrar o pai. Sempre lhe tinham dito que ele sofrera “um enfarte”, mas no dia do seu 12.º aniversário ficou finalmente a saber a verdadeira história. Vivaldo perdeu-se nas leituras que levava todos os dias para a maçadora repartição de finanças onde trabalhava. Desapareceu precisamente no livro A Ilha do Dr. Moreau, de H. G. Wells. Mas não foi por aí que Elias (o filho) começou a procurá-lo. “Percebi que deveria começar devagar, por outros livros, em vez daquele fatal, o livro que devorou o meu pai. E durante o primeiro semestre desse ano lectivo fui lendo livro atrás de livro, aprendendo a perder-me nessas leituras.” Uma viagem culta e comovente pela literatura, mas também pela adolescência. Afonso Cruz recebeu (merecidamente) com esta obra o prémio Maria Rosa Colaço 2009. Como subtítulo, escreve-se na capa A Estranha e Mágica História de Vivaldo Bonfim. Para ler com moderação… ou acabará por ser devorado.”  (Fonte: Letra pequena)

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A subtileza deste livro demonstra a beleza da percepção do mundo através dos nossos sentidos e na sua complementaridade. Convidando-nos a reflectir sobre como será aquilo que nos rodeia para quem não vê, esta grande obra obriga-nos a reformular o mundo através dos seus cheiros, sabores, texturas, sons; a recriar, de forma imaginativa, as coisas que nos envolvem. Um livro que nos lembra que há sempre mais para além do que vemos, um livro para redescobrir a riqueza sensorial do nosso corpo e determo-nos na beleza oferecida por essa sensibilidade. Exceptuando o texto, todo o livro é negro. No entanto, as ilustrações em alto relevo e o texto em braille, permitem experimentar as texturas e jogar com as descrições poéticas das cores. Banco del Libro

(Fonte: Bruaá)

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